Recife, 04 de maio de 2021

Projeto de Priscila Krause propõe que governo estadual divulgue na internet lista e estoque de medicamentos

Foto: Mariana Carvalho

Já está em tramitação na Assembleia Legislativa, o projeto de lei 2145/2021, de autoria da deputada Priscila Krause (DEM), que solicita que o governo estadual estabeleça medidas de divulgação de informações sobre estoques de medicamentos, insumos farmacêuticos, materiais médico-hospitalares e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A proposta sugere alteração na Lei 14.804, de 29 de outubro de 2012, que regula o acesso a informações públicas em Pernambuco. De acordo com o projeto, o governo passaria a incluir na internet, no Portal da Transparência, entre outros dados, a lista e estoque de medicamentos que são distribuídos gratuitamente à população, com atualização diária, além de medicamentos que estão em falta e possível data em que estarão disponíveis.

A proposta também sugere a divulgação da lista de estoque de insumos farmacêuticos e materiais médico-hospitalares necessários para a execução dos serviços em saúde prestados pelas unidades de saúde estaduais, incluindo as farmácias populares. O projeto também determina que deve constar no Portal da Transparência as datas de vencimento dos medicamentos, insumos, materiais médico-hospitalares e EPIs, com destaque para os que vão perder a validade nos próximos noventa dias. A lista e estoque de medicamentos devem também estar disponíveis para a população nas farmácias populares e locais de distribuição.

“Recentemente fizemos, mais uma vez, denúncia sobre a falta de gestão da Prefeitura do Recife nesta área. Encontramos 471 mil ampolas de Propofol, que estavam na relação de estoque da Prefeitura e que tiveram, segundo o governo estadual, de serem encaminhadas a outros estados porque estavam prestes a perder a validade. A divulgação de forma transparente à população vai permitir maior agilidade no acompanhamento dos órgãos de controle e também favorecer o acesso de pessoas que precisam da medicação e agora vão poder saber onde eles, de fato, estão. Saúde é um direito universal e cabe ao poder público divulgar de forma mais ampla e acessível informações sobre medicamentos, equipamentos médico-hospitalares e EPIs”, destacou a parlamentar.

De acordo com Priscila, “a transparência no Poder Público não deve ser apenas reativa, mas sim ativa, devendo a administração buscar meios e soluções para tornar o maior número de informações disponíveis ao conjunto da sociedade, sobretudo quando o assunto é saúde em tempos de pandemia”.

 

Recife, 20 de abril de 2021

Em resposta a Priscila Krause, secretário de saúde de PE afirma que sedativos prestes a perder validade foram enviados para seis estados do Nordeste

Foto: Mariana Carvalho

O secretário de Saúde do Estado de Pernambuco, André Longo, confirmou na manhã desta terça-feira (20), em reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que recebeu da Prefeitura do Recife quantidade significativa do sedativo Propofol, componente do Kit Intubação, inclusive tendo repassado o excedente para seis estados nordestinos com o objetivo de “nem deixar faltar nem deixar vencer”. A informação foi parte de respostas a questionamentos levantados pela deputada estadual Priscila Krause (DEM), que desde o final de março trouxe à tona o dado de que a gestão municipal do Recife iniciou o ano com 471 mil ampolas de Propofol, todas com prazo de validade expirando no próximo dia 30.

“Nosso trabalho, como gestão estadual, no momento em que recebemos por exemplo uma grande quantidade de Propofol, como a senhora falou aí, é o de oportunizar pra nossa rede, que é muito grande, a utilização desse Propofol em tempo hábil, porque tinha uma questão de vencimento também que a senhora lembrou muito bem, fazer um controle pra nem deixar faltar e nem deixar vencer. Inclusive Pernambuco pôde nesse momento também se solidarizar com outros estados que estavam em grande dificuldade em relação ao Propofol. Só pra senhora ter uma ideia, seis estados do Nordeste receberam desse Propofol, que estava com uma data de vencimento próxima. Isso é natural dentro do SUS. As informações serão de forma muito transparente demonstradas para o gabinete da deputada Priscila Krause, que solicitou isso formalmente”, disse o secretário.

Através de dispensa de licitação, a Secretaria de Saúde do Recife adquiriu ainda em abril de 2020 591 mil ampolas de Propofol à empresa União Química Farmacêutica ao custo de R$ 5,0 milhões – R$ 1,7 milhão pagos via recursos do SUS. Conforme acompanhamento do gabinete da parlamentar, verificou-se que durante todo o ano de 2020, 40,6 mil unidades foram usadas pelos hospitais de campanha da Prefeitura, outra parte foi doada ou emprestada, restando ao término do ano 471 mil em estoque (80% do total comprado). Após trazer o assunto à tona e tentar visitar o almoxarifado da Secretaria de Saúde do Recife – quando foi impedida pela administração municipal -, a Prefeitura afirmou que 434 mil unidades teriam sido repassadas à administração estadual. Desde então, Priscila busca oficialmente as informações junto à Secretaria de Saúde de Pernambuco.

De acordo com Priscila Krause, que desde então solicitou investigação aos órgãos de controle federais e estaduais, a informação do secretário é relevante, mas requer documentação e esclarecimentos adicionais. “A gente fica satisfeito pelo nosso trabalho diário de acompanhamento ter ajudado a salvar vidas em Pernambuco e mais seis estados do Nordeste. Isso é o mais importante. Agora, cabe à administração demonstrar oficialmente como isso ocorreu. Em relação à Prefeitura do Recife, infelizmente o que foi feito por lá na gestão de Geraldo Julio foi um desmantelo completo sob a cortina de um combate acelerado à pandemia. Acelerou-se, na verdade, a má gestão e a corrupção, e isso envolve muitos e muitos outros exemplos de insumos, medicamentos e EPIs. Tenho certeza que os órgãos competentes trarão as respostas à sociedade”, finalizou.

Recife, 06 de abril de 2021

Prefeitura do Recife iniciou 2021 com 471 mil ampolas de sedativo do Kit Intubação válidas somente até 30 de abril, afirma Priscila Krause

Foto: Mariana Carvalho

Medicamentos e materiais descartáveis em estoque somavam R$ 65,9 milhões no final do ano, mas gestão João Campos já iniciou novos processos de compra

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) esteve hoje nas instalações do Almoxarifado Central da Secretaria de Saúde do Recife, na Guabiraba, para averiguar a existência de estoque de insumos assistenciais, que incluem medicamentos, dispositivos descartáveis e EPIs, registrados no Relatório de Estoque de Material de Consumo entregue pela gestão do ex-prefeito Geraldo Julio à nova gestão municipal em dezembro de 2020. De acordo com acompanhamento do gabinete da parlamentar, chama atenção a quantidade de itens que aparecem como disponíveis, a exemplo de 471 mil unidades de ampola do anestésico Propofol, utilizado no Kit Intubação para pacientes Covid-19, em falta em todo o País. A parlamentar não foi autorizada a visitar o recinto e anunciou em live nas redes sociais, na área externa do prédio, que já protocolou nos órgãos de controle federais e estaduais representação para que o estoque municipal seja rapidamente investigado, além de comunicado ao Ministério da Saúde a respeito dos achados.

“Como se sabe, a gestão Geraldo Julio fez compras assombrosas de insumos médicos para o plano de contingência da Covid-19, tudo às pressas, em quantidades superestimadas e sem licitação. Desde abril do ano passado, persistimos na fiscalização diária e identificamos que a nova gestão recebeu oficialmente quantidades gigantescas de vários itens, muitos deles componentes do kit intubação e em falta em todo o País. O caso do Propofol chama muita atenção e precisa ser esclarecido porque está faltando para garantir assistência à vida. Se não estão no estoque, o que fizeram com as ampolas?”, questionou. Das 591 mil unidades compradas à empresa União Química Farmacêutica – todas aparecem no Relatório de Entrada do Estoque como recebidas em abril de 2020 – 80% (471 mil) seguiam no estoque da Prefeitura em dezembro. Em 2020, apenas 40,6 mil foram efetivamente utilizadas nos hospitais da rede municipal, enquanto outra parte foi emprestada ou doada. Em janeiro deste ano, conforme Relatório de Saída de Produtos também obtida pelo gabinete da parlamentar, 3,2 mil unidades foram distribuídas, restando 468 mil unidades. Ainda segundo os dados oficiais, a data de validade das ampolas é 30 de abril de 2021, restando 24 dias até lá.

Além das 471 mil unidades do sedativo, chamam atenção o registro de 59 mil unidades do medicamento Midazolam, 7,0 mil unidades de sistemas fechados de aspiração traqueal, 1,4 milhão de torneiras de três vias, 2,6 milhões de lancetas para medição de glicose, 36 mil unidades de coletor de urina de 1,2 litro, 8,2 mil unidades de máscaras de não reinalação, 29,9 mil filtros higroscópicos, 124 mil tubos endotraqueais, 17 mil cânulas para traqueostomia e 26,2 mil ampolas do medicamento Cefepima. De EPIs, chamam atenção 2,7 milhão de pares de luvas cirúrgicas, 4,7 milhão de luvas de procedimento não cirúrgicos tamanho “M” e 328 mil máscaras N95. “Chama ainda mais atenção que todos os esses produtos listados estão novamente sendo licitados para compras da nova gestão em processos licitatórios do Fundo Municipal de Saúde. É preciso ter a certeza de que o estoque existe e o motivo das novas compras”, acrescentou Priscila.

O estoque de insumos da Secretaria de Saúde do Recife é regulado pela plataforma Hórus do Ministério da Saúde. Todos os registros de entrada, saída e baixa são obrigatoriamente registrados no sistema. Em julho e setembro de 2020, Priscila Krause questionou a Prefeitura do Recife sobre as compras em quantidades superdimensionadas, via dispensa de licitação, para o plano de contingência Covid-19. De acordo com ela, havia duplicidade nas aquisições, visto que as próprias Organizações Sociais responsáveis pela gerência dos hospitais de campanha instalados na rede municipal compravam os insumos aos seus próprios fornecedores, inutilizando parte considerável das compras centralizadas pela gestão municipal, alvo de operações da Polícia Federal e de auditorias do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.

Recife, 11 de março de 2021

Priscila Krause cobra uso de 122 ventiladores e R$ 26,1 milhões em materiais devolvidos de hospitais de campanha fechados pela Prefeitura do Recife

Diante da escalada de novos casos de coronavírus em Pernambuco, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) fez discurso na sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (11), postulando que a Secretaria estadual de Saúde e a Prefeitura do Recife cheguem a um acordo para a utilização, por parte da administração estadual, do estoque de equipamentos e insumos assistenciais decorrente do fechamento dos hospitais de campanha da Prefeitura em agosto (Coelhos) e setembro (Imbiribeira) do ano passado. De acordo com dados obtidos pelo gabinete da parlamentar, o volume devolvido pelas Organizações Sociais responsáveis pela gestão das unidades soma R$ 26,134 milhões, sendo R$ 19,624 em equipamentos permanentes e R$ 6,51 milhões em insumos, que incluem EPIs, medicamentos e material hospitalar descartável.

As planilhas da administração municipal com as informações sobre a quantidade e o destino dos estoques foram solicitadas via Lei de Acesso à Informação em setembro de 2020, mas a gestão só respondeu em 22 de fevereiro deste ano após a impetração de mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, ainda em julgamento. “Fizemos questão de buscar os dados e até entramos na Justiça justamente porque se sabia que o momento como de agora era previsível. Não faz sentido ignorar todo o estoque comprado e inutilizado e sair comprando tudo de novo. É imprescindível que esses materiais sejam efetivamente usados para salvar vidas”, registrou Priscila.

Dos 216 ventiladores pulmonares distribuídos às unidades dos Coelhos e da Imbiribeira, 122 ainda não foram destinados novamente à utilização da rede de saúde, enquanto os outros foram dispensados da seguinte forma, segundo as planilhas: 52 destinados a hospitais, maternidades e policlínicas da rede de saúde municipal, 30 doados ao governo de Pernambuco e os outros 12 disponibilizados ao Samu. A lista ainda contém, por exemplo, 105 concentradores de oxigênio, 328 camas e 248 bombas de infusão. Da parte dos insumos assistenciais, estão registrados, entre vários outros, 74.990 unidades de aventais descartáveis, 1.862 unidades de Sistemas Fechados de Aspiração Traqueal, 36.065 ampolas de 20 ml do anestésico Propofol e 76.604 pares de luvas cirúrgicas.

Na última terça-feira, a Secretaria de Saúde de Pernambuco anunciou a compra de 229 novos respiradores, já tendo recebido naquele mesmo dia 79 unidades deles. “Naturalmente se há demanda, se há necessidade, é natural e correto que se faça a compra, o que não podemos permitir é que todo aquele gasto realizado pela Prefeitura do Recife no início de 2020, que agora está parado, fique guardado no pátio da Emlurb ou no galpão da Secretaria de Saúde, enquanto estamos comprando novos equipamentos e materiais. Imaginar que há um desperdício é absurdo”, completou.

Priscila ainda lembrou que existe um convênio de cooperação técnica assinado pelas Secretarias de Saúde do Recife e de Pernambuco em 03 de junho de 2020, em vigor enquanto durar a situação de emergência na saúde pública, que permite a realização de contratações compartilhadas e intercâmbio entre os entes. No caso do intercâmbio, é permitido o compartilhamento de equipamentos, produtos e serviços em regime de permuta ou cessão de uso, onerosa ou gratuita.

Recife, 10 de fevereiro de 2021

João Campos volta atrás e exonera gerentes da Secretaria de Saúde investigados por indícios de irregularidades na pandemia


O prefeito João Campos (PSB) exonerou ontem (9), através de portarias publicadas no Diário Oficial do Município, as chefias de quatro gerências administrativas da Secretaria de Saúde do Recife (Sesau): Compras e Serviços; Regulação; Administração e Conservação da Rede. Os responsáveis – três cargos comissionados e um servidor efetivo – estavam à frente das gerências desde a administração Geraldo Julio e foram nomeados em janeiro pelo novo prefeito para continuar os trabalhos na gestão municipal. Os responsáveis pelas quatro gerências são investigados por órgãos de fiscalização como o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) devido a indícios de irregularidades nas contratações e compras para o enfrentamento à pandemia da Covid-19. Em 2020, a Secretaria de Saúde foi alvo de sete operações da Polícia Federal e de 41 auditorias especiais em andamento no TCE.

Na semana passada, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) trouxe à tona a informação de que a gestão João Campos havia mantido à frente de sete cargos de chefia administrativa da Sesau os mesmos servidores que coordenaram o processo de aquisição de equipamentos, medicamentos e insumos assistenciais para a pandemia, um conjunto de contratações via dispensa de licitação que chegaram a somar, só na Secretaria de Saúde, mais de R$ 410 milhões – o maior conjunto de despesas emergenciais por habitante de todas as capitais do País. A parlamentar lembrou que João Campos, ainda como candidato, havia dito em entrevista à Rádio Jornal que “confiava na equipe” depois de ser questionado sobre as denúncias de malversação de recursos na Pasta.

De acordo com Priscila Krause, é fundamental que a gestão atual da Prefeitura do Recife respeite o trabalho dos órgãos de controle e tenha “real zelo” por cada tostão enviado pelo Sistema Único de Saúde para salvar vidas na rede municipal: “é evidente que é preciso aguardar o desfecho das investigações para que a Justiça e os órgãos de controle tomem as medidas cabíveis contra os responsáveis, mas manter tudo como estava, diante de tantos elementos já constatados pela Polícia Federal, pelo Ministério Público Federal, Estadual, pela equipe técnica de auditorias do TCE, é um acinte contra o cidadão recifense. Eu digo e repito que o novo prefeito deveria ler o resultado de cada auditoria já finalizada no TCE. O prejuízo alcança muitas dezenas de milhões e nós vamos ser insistentes para que o cidadão recifense não seja vítima duas vezes: da pandemia e da corrupção”, registrou.

Da estrutura atual da Secretaria de Saúde, ainda seguem à frente dos mesmos cargos desde a gestão Geraldo Julio o Gerente de Assistência Farmacêutica, o Gerente de Apoio Jurídico, Administração e Finanças e a Diretora Executiva de Administração e Finanças. Os indícios de irregularidades nas compras emergenciais da Pasta para o plano de contingência da pandemia envolvem a aquisição de aventais, agulhas, coletores de urina, luvas cirúrgicas, luvas de procedimento, máscaras de não reinalação, medicamentos, monitores multiparamétricos, ventiladores, cateteres, filtros higroscópicos, camas, macas e poltronas hospitalares, aparelhos de Raio-X, entre outros.

Recife, 05 de fevereiro de 2021

Priscila Krause afirma que João Campos manteve equipe administrativa da Secretaria de Saúde, alvo de sete operações da PF: “de fato ele confia na equipe”


A deputada estadual Priscila Krause (DEM) afirmou em entrevista à Rádio Folha, na manhã desta sexta-feira (5), que a gestão do prefeito João Campos (PSB) manteve nos postos administrativos da Secretaria de Saúde do Recife (Sesau) os mesmos servidores da gestão anterior, alvo em 2020 de investigações da Polícia Federal e de órgãos de controle estaduais por indícios de irregularidades em compras e contratações para o enfrentamento à pandemia. “O prefeito João Campos não mentiu quando disse que confiava na equipe: manteve todos da Secretaria de Saúde do Recife, exceto o rapaz que já estava afastado pela Justiça e tentava voltar toda semana. De fato é uma gestão de continuidade: continua a mesma equipe que provocou sete operações da Polícia Federal”.

De acordo com a parlamentar, sete cargos de  chefia vinculados ao setor administrativo da Sesau foram ocupados pelos mesmos servidores – quase todos comissionados – da gestão anterior: a Gerência de Compras e Serviços; a Gerência de Apoio Jurídico, Administrativo e Finanças; a Gerência de Conservação da Rede; a Direção Executiva de Administração e Finanças; a Gestão da Unidade Farmacêutica ; a Gerência de Administração e, por fim, a Gerência de Regulação. As nomeações tornaram-se públicas no Diário Oficial do Recife na última semana de janeiro.

Conforme apuração do mandato da parlamentar, todos os nomeados são apontados em relatórios conclusivos de auditorias especiais do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) como responsáveis por irregularidades, alguns deles com imputação de débitos milionário. O TCE-PE abriu, até o momento, 41 auditorias especiais em torno das compras da pandemia no Recife, a maior parte delas já concluídas pelas equipes técnicas, apenas aguardando julgamento da 1ª. Câmara. “A impunidade não pode sair vencedora e infelizmente o prefeito João Campos insiste no mesmo caminho de Geraldo Julio: fingir que nada aconteceu. Nosso papel é insistir que o cidadão não será vítima duas vezes: da pandemia e da corrupção”, complementa Priscila.

FUTURO – Sobre as eleições de 2022 em Pernambuco, a deputada defendeu a unidade da Oposição, citou nomes como os da prefeita Raquel Lyra (PSDB), de Caruaru, Anderson Ferreira (PSC), de Jaboatão e Miguel Coelho (MDB), de Petrolina que estão fazendo história no estado e disse que essa questão será debatida no momento certo. “ Agora é preciso discutir o Pernambuco de hoje, o desemprego, a falta de gestão na saúde, de investimento na infraestrutura, os problemas hídricos, entre outros. Não vamos abreviar o Governo Paulo Câmara”.