Recife, 08 de junho de 2018

Após atuação de Priscila Krause, Compesa recalcula conta de água da Arena de Pernambuco de R$ 1,24 milhão para R$ 27 mil

Foto: Mariana Carvalho

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) apurou, nesta sexta-feira (8), que a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) emitiu nova conta de água e esgoto da Arena de Pernambuco referente ao mês de abril passado. Após a parlamentar identificar no dia 21 de maio que na fatura daquele período havia a cobrança de R$ 1,24 milhão, oficiando tanto a Compesa, quanto a Controladoria-Geral do Estado e o Ministério Público de Contas estadual, a estatal responsável pelo serviço anunciou que havia identificado “erro no contador” e “infiltração” na tubulação de saída do equipamento público. Além da conta de abril, novos valores foram cobrados dos outros seis meses anteriores. Os valores em aberto desde outubro de 2017, que somavam R$ 2,09 milhões, agora somam R$ 195 mil.

Desde a última quarta-feira, o sistema de faturas online da Compesa disponibiliza as novas contas. Em relação ao mês de abril, o valor exato baixou de R$ 1.240.659,26 para R$ 27.012,22, referente a uma redução de consumo de água de 142,8 milhões de litros para 2,7 milhões de litros. Sobre março, a redução foi de R$ 459 mil para R$ 29 mil. Apenas para o mês de abril a cobrança era calculada a partir de um consumo de água de uma cidade inteira como Toritama por um mês. Na época da construção do estádio, o governo anunciou que a construção sustentável do equipamento promoveria um consumo baixo de água visto que a instalação de um sistema sustentável possibilitaria o reuso do bem.

Segundo a parlamentar, a movimentação ratifica o papel de fiscalização cabível ao Poder Legislativo e reforça a necessidade de se separar com clareza a administração da empresa em relação ao governo. “Uma conta dessas saía de qualquer padrão de normalidade. Rapidamente identificamos e questionamos os órgãos competentes. Agora cabe a Arena, por meio da Empetur, honrar o pagamento o quanto antes, pois qualquer cidadão ou comerciante que passar seis meses sem pagar a conta de água fica com ela cortada ainda no primeiro mês. Jamais pode haver a menor dúvida se a administração da Compesa, por ser uma estatal do próprio governo, atenda a interesses que não os interesses da empresa”, registrou Priscila, lembrando que em outra ocasião já questionou o fato de vários prédios públicos da administração não pagarem conta de água e não terem o serviço interrompido.

A deputada estadual também reiterou que segue acompanhando com atenção os gastos referentes à Arena por entender que o governo estadual precisa claramente dar rumo à situação do equipamento, que por equívocos anteriores de gestão tem produzido prejuízos volumosos aos cofres públicos estaduais.

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Recife, 06 de junho de 2018

Compesa põe na conta de “medidor quebrado” e “infiltração” fatura de água de R$ 1,2 milhão da Arena de PE. Faturas não são pagas desde outubro

A situação das contas de água e esgoto da Arena de Pernambuco continua no radar da deputada estadual Priscila Krause (DEM). No último dia 28 de maio a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) respondeu a ofício encaminhado pela parlamentar justificando o valor de R$ 1,24 milhão cobrado pela estatal pelos serviços de água e esgoto na Arena, localizada em São Lourenço da Mata.

De acordo com o documento (confira logo abaixo), “com a realização de averiguações técnicas foi identificado problema no equipamento de medição do volume de esgoto da Arena que chega na estação de tratamento, tendo o mesmo já sido consertado e calibrado. Nessa ocasião, foi também verificado um problema de infiltração de água de subsolo em um trecho da rede coletora próximo à estação de tratamento, cuja solução que está em curso, será recuperar a tubulação para garantir sua estanqueidade”. Além da Compesa, Priscila enviou ofícios à Controladoria-Geral do Estado e ao Ministério Público de Contas.

Em relação ao valor, a Compesa informou que “considerando os problemas mapeados que geraram a alteração dos valores faturados, esclarecemos que a leitura do volume de esgoto permanecerá em monitoramento contínuo até a conclusão da recuperação da rede de esgoto, sendo cobrada a média dos últimos seis meses anteriormente ao estouro de consumo”.

Priscila Krause, no entanto, alerta para a inexistência de quitação de débitos anteriores por parte da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), responsável pela gestão da Arena de Pernambuco. Em relação ao possível desperdício de água por conta da “infiltração” discriminada pela Companhia, a parlamentar aguarda mais informações para, se for o caso, tomar providências mais objetivas.

 

 

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Recife, 31 de maio de 2018

Com recorde histórico de arrecadação de impostos, governo de PE não cumpre compromisso e mantém R$ 569 milhões em restos a pagar, registra Priscila Krause

Foto: Mariana Carvalho

Componente titular da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Assembleia Legislativa de Pernambuco, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) relembrou nas suas redes sociais, nesta quinta-feira (31), o compromisso da gestão estadual de zerar os R$ 1,46 bilhão de restos a pagar de 2017 até o final de abril. Com a divulgação dos dados relativos à gestão fiscal estadual no primeiro quadrimestre, a Fazenda informa que, do Poder Executivo, ainda restam R$ 569 milhões de dívidas referentes a obras, serviços e produtos realizados e fornecidos no ano passado. De acordo com a parlamentar, os números divulgados ontem confirmam a trajetória de incompatibilidade entre receitas e despesas no âmbito estadual, fato que representa um risco sobretudo para o governo que assumirá a partir de janeiro.

“A luz amarela persiste no radar porque o governo insiste em gastar bem mais do que arrecada. Nem nos momentos do auge do crescimento, no início da década, tivemos uma arrecadação tributária própria tão volumosa como tivemos agora. O contribuinte está com a corda no pescoço, poderia ter demonstrações do governo de algum alívio, como no caso do diesel, mas por outro lado a gastança da gestão não dá sinais de arrefecer. Quando o governador fala que não vai abrir mão de receita é porque perdeu o controle dos gastos”, registra a parlamentar. De janeiro a abril deste ano, a arrecadação estadual com impostos estaduais (ICMS, IPVA e ITCD) somou R$ 6,34 bilhões. Em 2017, no mesmo período, esse conjunto de tributos foi responsável por uma arrecadação real de R$ 5,88 bilhões (dados abaixo).

O compromisso de quitar os mais de R$ 1,4 bilhão de restos a pagar de 2017 até abril foi anunciado pelo governo na apresentação dos dados fiscais de Pernambuco, referente ano passado, em reunião da Comissão de Finanças da Alepe em fevereiro passado. Entre os principais credores do governo atualmente, destacam-se empresas de terceirização de serviços, responsáveis pela segurança e serviços gerais nos órgãos públicos, por exemplo, e fornecedores de medicamentos, tanto básicos quanto especiais. As cinco unidades gestoras com a maior parcela de dívida referente a 2017 são: Fundo Estadual de Saúde (R$ 132,5 milhões), Secretaria de Educação (R$ 38,0 milhões), DER-PE (R$ 21,8 milhões), Empetur (R$ 20,0 milhões) e Diretoria Geral de Administração da SDS-PE (R$ 15,1 milhões).

A aproximação do período final da gestão atual à frente do Palácio das Princesas é outro fato que chama atenção diante das determinações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que no seu Art. 42 registra que é “vedado nos últimos dois quadrimestres do seu mandato contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito”. O volume de restos a pagar está diretamente vinculado à disponibilidade de caixa.

Ano/Arrecadação

2002 R$ 2,71 bilhões

2003 R$ 2,63 bi

2004 R$ 2,79 bi

2005 R$ 3,08 bi

2006 R$ 3,37 bi

2007 R$ 3,59 bi

2008 R$ 3,93 bi

2009 R$ 4,15 bi

2010 R$ 4,85 bi

2011 R$ 5,53 bi

2012 R$ 5,64 bi

2013 R$ 5,88 bi

2014 R$ 6,06 bi

2015 R$ 6,05 bi

2016 R$ 5,64 bi

2017 R$ 5,88 bi

2018 R$ 6,34 bi

 

Fonte: Receita/Portal da Transparência – *De 2002 a 2017 corrigido pelo IPCA

 

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Recife, 24 de maio de 2018

Priscila Krause oficia governador para antecipar redução do ICMS sobre gasolina e diesel prevista para 2020

Foto: Priscila Krause

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) protocolou ofício no Palácio do Campo das Princesas, na manhã desta quinta-feira (24), solicitando ao governador Paulo Câmara (PSB) que, diante da grave crise de abastecimento de combustíveis fósseis, reflexo dos preços exorbitantes praticados na ponta, envie à Assembleia Legislativa projeto de lei antecipando de janeiro de 2020 para junho de 2018 a retomada das alíquotas do ICMS cobradas sobre a gasolina e o diesel ao nível do início de sua gestão. Em setembro de 2015, o governador aumentou temporariamente o imposto estadual sob gasolina de 27% para 29% e do diesel de 17% para 18%. Ao retomar as alíquotas do período em que assumiu a administração estadual, o valor da gasolina reduziria em R$ 0,09/litro e o do diesel R$ 0,04/litro.

De acordo com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), na atual quinzena – de 16 a 31 de maio de 2018 – o valor arrecadado pelo governo de Pernambuco por litro de gasolina vendido é R$ 1,23, enquanto no diesel a arrecadação por unidade de litro é de R$ 0,61. Da parte de arrecadação federal, a incidência de Cide e PIS/Cofins arrecada R$ 0,65 por litro de gasolina comercializado e R$ 0,46 no caso do diesel.

“É preciso que o governador assuma que parte da solução da crise passa pelo governo estadual, já que quase um terço do valor do litro de gasolina vai direto para o fisco estadual. Trata-se do federalismo cooperativo, cabem a todos os entes participarem com alguma renúncia. Quando a crise bateu houve um tarifaço temporário enviado para a Assembleia, que inclusive votei contra. Nada mais justo que agora, como o próprio governo anuncia o crescimento de dois por cento do PIB e faz propaganda dizendo que Pernambuco não parou, retome a alíquota do início do governo. Seria uma contribuição importante, com resultado benéfico e imediato à sociedade”, registrou Priscila Krause.

No tarifaço imposto pelo governo estadual a partir de 2016, além do incremento nas alíquotas de IPVA e ITCD, a administração estadual modificou a lei nº 10.259, que institui o ICMS. Numa emenda votada na Assembleia com apoio do Palácio, decidiu-se que a modificação das alíquotas do ICMS seria temporária, tornando-se válida entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de dezembro de 2019. O ganho anual estimado do pacote seria de R$ 487,8 milhões, sendo R$ 136,1 milhões provenientes da majoração das alíquotas do ICMS. Segundo dados do gabinete da deputada estadual Priscila Krause, a arrecadação do ICMS em abril de 2018 atingiu um recorde, somando R$ 1,44 bilhão. No mesmo período, em 2017, o valor nominal registrou R$ 1,06 bilhão.

 

Priscila Krause envia ofício ao governador sobre ICMS sobre gasolina e diesel by ManoelMedeirosNeto on Scribd

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Recife, 21 de maio de 2018

Conta de água da Arena de Pernambuco soma R$ 1,24 milhão em abril e tem consumo de 142,8 milhões de litros; Priscila Krause pede que governo de PE se pronuncie


Foto: Mariana Carvalho

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) questionou, na tarde desta segunda-feira (21), no plenário da Assembleia Legislativa, o consumo relativo à água e ao esgoto da Arena de Pernambuco no mês de abril passado. De acordo com informação da parlamentar, que acompanha os gastos públicos estaduais, a conta da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) relativa ao equipamento público somou R$ 1,24 milhão no período, reflexo de um consumo de 142 milhões de litros na parte de esgoto. O alto consumo pode ser comparado ao de todos os habitantes de uma cidade de aproximadamente 40 mil habitantes em um mês inteiro, como é o caso de Toritama, no Agreste.

A parlamentar também chamou atenção para a mudança significativa de padrão de consumo de água da Arena, que em 2017, por exemplo, pagou de maio a dezembro uma média de R$ 41,4 mil por mês. “No mês de março esse valor já pulou para quatrocentos e cinquenta e nove mil, que já é um gasto comparado a três meses do consumo de um hospital como o das Clínicas, que tipicamente é um serviço com alto consumo de água todos os dias. Agora em abril a conta veio acima de um milhão e é por isso que estamos solicitando urgentemente à Controladoria do Estado para apurar o que está acontecendo, que reflete diretamente nas contas estaduais e na questão do abastecimento, porque pode estar havendo um desperdício de grave prejuízo em contraponto à escassez de água”, informou

Além de comparar o gasto com meses anteriores da própria Arena Pernambuco, a deputada estadual procurou investigar consumos de outros espaços esportivos de porte semelhante Brasil afora. Para tanto, conseguiu identificar, por exemplo, que a Arena Corinthians, em São Paulo, pagará R$ 71,9 mil de conta de água referente ao mesmo período (mês de abril). Na ocasião, a Arena paulistana teve 2,4 milhões de consumo de água e 2,4 milhões de esgoto.

Priscila também relembrou que desde a época da sua construção, o governo anunciava que a construção do estádio contaria com modernas instalações sustentáveis que incluiria reutilização de água. Informações divulgadas à imprensa pela própria Arena, após a Copa do Mundo de 2014, davam conta da reutilização de 2,2 milhões de litros de água por mês, resquícios da chuva e da manutenção do gramado. A irrigação do campo e a água utilizada em descargas e mictórios, por exemplo, não seriam abastecidas pela Compesa. As pias dos banheiros e a parte de preparação de alimentos, abastecidas pela Companhia, consumiriam 600 mil litros de água por mês.

De acordo com apuração da parlamentar, a Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), responsável pela gestão do equipamento esportivo, deve as faturas de água à Compesa desde outubro de 2017, totalizando R$ 847 mil. A conta de R$ 1,24 milhão vence no próximo dia 28.

 

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Recife, 16 de maio de 2018

Convênio para equipar laboratório de Medicina na UPE Garanhuns tem R$ 3,0 milhões em conta desde 2015; Priscila Krause cobra aplicação dos recursos

Um convênio firmado entre o Ministério da Saúde e a Universidade de Pernambuco (UPE) para equipar laboratórios dos cursos de saúde dos campi Garanhuns, Serra Talhada, Arcoverde e Petrolina tem R$ 3,04 milhões em caixa. Os recursos parados desde fevereiro de 2015, quando foram repassados por Brasília, objetivam a compra de computadores e equipamentos diversos, como negatoscópio, berço aquecido e autoclaves. O curso de Medicina de Garanhuns será, caso os recursos sejam utilizados, um dos mais beneficiados.

De acordo com a deputada estadual Priscila Krause, que trouxe à tona o fato, ontem, em discurso na Assembleia Legislativa, o convênio já ultrapassou o termo final do prazo, dezembro de 2017, mas a Universidade solicitou aditamento até fevereiro de 2019. “Há um processo burocrático que está travando a efetivação desse convênio, que poderia transformar o dia a dia de milhares de estudantes, a qualidade do curso. Nós apuramos essa informação e estamos dando ciência aos estudantes, ao município de Garanhuns, pois acreditamos que uma pressão dos próprios envolvidos com a causa pode trazer resultados. Eu já estou trabalhando para ajudar nesse processo”, registrou. Segundo informações do Sistema de Convênios do governo federal (Siconv), a última movimentação de compras com recursos desse convênio ocorreu em agosto de 2017.

No total, o relatório de recursos em caixa do governo estadual elaborado pela deputada estadual apurou a existência de R$ 298,2 milhões depositados em contas corrente, poupanças e fundos de investimento vinculados à execução de 29 convênios em prol da realização de obras e ações em benefício do povo pernambucano. Firmados entre a administração estadual e o governo federal, os convênios estão, em sua maioria, próximos do termo final do seu prazo, o que – caso medida em contrário – obrigaria a gestão estadual a devolver os recursos para Brasília. De acordo com Priscila, a situação demonstra a lentidão administrativa da gestão do governador Paulo Câmara (PSB) e exige da própria Assembleia Legislativa a execução de uma força tarefa em prol do destravamento das obras e ações.

 

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Recife, 16 de maio de 2018

Governo de PE tem R$ 14 milhões em conta para concluir habitacional Canal do Jordão; Priscila Krause pede ação efetiva do governo estadual

A construção de 512 unidades habitacionais do Habitacional Canal do Jordão, em Jardim Jordão, Jaboatão dos Guararapes, está parada há vários meses, mas o problema não é falta de recursos. De acordo com pronunciamento da deputada estadual Priscila Krause (DEM), ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa, há numa conta corrente da Caixa Econômica, sob responsabilidade da Secretaria de Habitação do governo estadual, R$ 13,97 milhões depositados. O extrato da conta foi apresentado pela parlamentar.

Para a deputada estadual, que visitou o canteiro de obras, é preciso que o governo estadual divulgue as razões para a obra estar travada, já que os recursos existem. Em 2015, inclusive, a Companhia Estadual de Habitação (Cehab) chegou a firmar convênio com a empresa Cinzel Engenharia, escolhida para dar continuidade à empreitada, mas o serviço só andou até 2016. Atualmente, além da vegetação que cobre parte do terreno, há alguns apartamentos invadidos. “A situação do Habitacional Canal do Jordão é um exemplo da lentidão do atual governo em transformar a realidade das pessoas”, afirmou Priscila.

No total, o relatório de recursos em caixa do governo estadual elaborado pela deputada estadual apurou a existência de R$ 298,2 milhões depositados em contas corrente, poupanças e fundos de investimento vinculados à execução de 29 convênios em prol da realização de obras e ações em benefício do povo pernambucano. Firmados entre a administração estadual e o governo federal, os convênios estão, em sua maioria, próximos do termo final do seu prazo, o que – caso medida em contrário – obrigaria a gestão estadual a devolver os recursos para Brasília. De acordo com Priscila, a situação demonstra a lentidão administrativa da gestão do governador Paulo Câmara (PSB) e exige da própria Assembleia Legislativa a execução de uma força tarefa em prol do destravamento das obras e ações.

 

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Recife, 16 de maio de 2018

Governo de PE tem R$ 32,3 milhões em conta para construção de escola técnica e habitacionais em Olinda; Priscila Krause cobra aplicação dos recursos

O município de Olinda tem recursos garantidos em contas do governo estadual para execução de obras estruturadoras, mas as intervenções ou estão paradas ou andando a passos lentos. A informação da disponibilidade de recursos foi divulgada ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa, pela deputada estadual Priscila Krause (DEM). Ela apresentou três extratos bancários que dão conta da existência de R$ 6,03 milhões na Secretaria das Cidades para o PAC Olinda (ações em Caixa D’Água), R$ 7,51 milhões na Secretaria de Habitação (construção de 832 unidades habitacionais) e R$ 18,8 milhões na Secretaria de Educação (construção de uma escola técnica).

De acordo com a deputada estadual, diante da grave crise financeira que atinge o País e, por consequente, Pernambuco, é inadmissível que os recursos estejam apenas “repousando nas contas bancárias”. Ela lembra, por exemplo, que os recursos para a construção da escola técnica, que ficará na PE-15, no terreno onde funciona o 7º GAC do Exército, em Ouro Preto, foram liberados ainda em 2013, mas as obras só foram iniciadas esse ano. “A gente sabe que a burocracia atrasa muito, são papeladas e procedimentos que dependem de vários atores, mas um recurso que foi repassado em 2013 ainda não ter se tornado realidade na vida dos olindenses é um contrassenso”, registrou.

No total, o relatório de recursos em caixa do governo estadual elaborado pela deputada estadual apurou a existência de R$ 298,2 milhões depositados em contas corrente, poupanças e fundos de investimento vinculados à execução de 29 convênios em prol da realização de obras e ações em benefício do povo pernambucano. Firmados entre a administração estadual e o governo federal, os convênios estão, em sua maioria, próximos do termo final do seu prazo, o que – caso medida em contrário – obrigaria a gestão estadual a devolver os recursos para Brasília. De acordo com Priscila, a situação demonstra a lentidão administrativa da gestão do governador Paulo Câmara (PSB) e exige da própria Assembleia Legislativa a execução de uma força tarefa em prol do destravamento das obras e ações.

 

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Recife, 16 de maio de 2018

Construção de escolas técnicas em Itaíba e Cabrobó tem R$ 16,2 milhões depositados em conta do governo de PE desde 2014; Priscila Krause pressiona para obras saírem do papel

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) apresentou, ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa, extrato de conta corrente do governo de Pernambuco que registra a existência de R$ 16,2 milhões, repassados pelo Ministério da Educação em fevereiro de 2014, para a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação construir duas escolas técnicas, uma em Itaíba (Agreste Meridional) e outra em Cabrobó (Sertão do São Francisco). Como não foi utilizado, o valor repassado rendeu juros e alcançou os R$ 16,2 milhões em dezembro de 2017.

Conforme apuração do gabinete da deputada estadual, apenas no final de 2017 a Secretaria assinou contrato para início das obras, que estão em fase inicial. Em Itaíba a empresa responsável é a Motta Construções e Empreendimentos, enquanto em Cabrobó a obra está sob responsabilidade da Planes Engenharia e Construção. Os primeiros empenhos foram liquidados no primeiro trimestre desse ano. “Minha maior preocupação é com o prazo do convênio, que já foi aditado algumas vezes e agora termina em dezembro. É preciso que Itaíba e Cabrobó tenham assegurados esses recursos, que estão à disposição do governo há quatro anos”, registrou Priscila.

No total, o relatório de recursos em caixa do governo estadual elaborado pela deputada estadual apurou a existência de R$ 298,2 milhões depositados em contas corrente, poupanças e fundos de investimento vinculados à execução de 29 convênios em prol da realização de obras e ações em benefício do povo pernambucano. Firmados entre a administração estadual e o governo federal, os convênios estão, em sua maioria, próximos do termo final do seu prazo, o que – caso medida em contrário – obrigaria a gestão estadual a devolver os recursos para Brasília. De acordo com Priscila, a situação demonstra a lentidão administrativa da gestão do governador Paulo Câmara (PSB) e exige da própria Assembleia Legislativa a execução de uma força tarefa em prol do destravamento das obras e ações.

 

Postado por Priscila Krause às 12:09:04  |   Nenhum Comentário
Recife, 16 de maio de 2018

Pavimentação de estradas em Gravatá tem R$ 6,63 milhões depositados em conta do governo de PE; Priscila Krause questiona se recursos serão devolvidos a Brasília

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) questionou, ontem, em discurso na Assembleia Legislativa, a existência de uma conta bancária na Caixa Econômica Federal com R$ 6,63 milhões à disposição da Secretaria de Turismo de Pernambuco para execução da ação “asfaltamento no município de Gravatá”. O convênio, iniciado em 2007, teve repasses de R$ 9,75 milhões por parte do Ministério do Turismo ainda em 2008. Desses, pouco mais de R$ 3,0 milhões foram executados, restando os R$ 6,63 milhões.

Segundo a deputada estadual Priscila Krause, a apuração do seu gabinete registrou que o governo de Pernambuco solicitou o aditamento do prazo do convênio, que se encerraria em junho de 2017. “É preciso que fique claro se os recursos, um volume significativo, vai voltar para Brasília e porque não foram gastos. A gente sabe que a demanda por obras de asfaltamento numa cidade como Gravatá é muito grande e mais de seis milhões de reais é um volume significativo. Nosso trabalho é para que esses recursos fiquem na cidade”, afirmou Priscila.

No total, o relatório de recursos em caixa do governo estadual elaborado pela deputada estadual apurou a existência de R$ 298,2 milhões depositados em contas corrente, poupanças e fundos de investimento vinculados à execução de 29 convênios em prol da realização de obras e ações em benefício do povo pernambucano. Firmados entre a administração estadual e o governo federal, os convênios estão, em sua maioria, próximos do termo final do seu prazo, o que – caso medida em contrário – obrigaria a gestão estadual a devolver os recursos para Brasília. De acordo com Priscila, a situação demonstra a lentidão administrativa da gestão do governador Paulo Câmara (PSB) e exige da própria Assembleia Legislativa a execução de uma força tarefa em prol do destravamento das obras e ações.

 

Postado por Priscila Krause às 11:50:34  |   Nenhum Comentário
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